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  • CAPÍTULO 76 - TERRITÓRIOS DA RESISTÊNCIA E VIDA: AGRICULTURA FAMILIAR QUILOMBOLA SAÚDE E BIODIVERSIDADE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

    Este estudo tem como objetivo analisar o papel da agricultura familiar quilombola na promoção da saúde e da conservação da biodiversidade, com foco na atenção primária em territórios tradicionais. A metodologia adotada consistiu em revisão bibliográfica de artigos científicos publicados entre 2020 e 2025, documentos institucionais e análise de experiências em comunidades quilombolas de diferentes regiões do Brasil. Os resultados indicam que os modos de vida quilombolas, baseados em práticas agroecológicas e saberes ancestrais, contribuem significativamente para a segurança alimentar, a proteção ambiental e o fortalecimento da saúde coletiva. A discussão evidencia que a invisibilidade histórica dessas comunidades nos sistemas de saúde e nas políticas públicas ainda representa um obstáculo à equidade étnico-racial. As considerações finais apontam para a urgência de políticas intersetoriais que reconheçam os territórios quilombolas como espaços estratégicos de cuidado, resistência e preservação da vida.

CAPÍTULO 76 - TERRITÓRIOS DA RESISTÊNCIA E VIDA: AGRICULTURA FAMILIAR QUILOMBOLA SAÚDE E BIODIVERSIDADE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Doi: 10.58871/conimaps2025.c76

PALAVRAS CHAVE: quilombolas; saúde coletiva; biodiversidade.

KEYWORDS: quilombola communities; collective health; biodiversity.

ABSTRACT:
This study aims to analyze the role of quilombola family farming in promoting health and biodiversity conservation, with a focus on primary care in traditional territories. The methodology involved a literature review of scientific articles published between 2020 and 2025, institutional documents, and analysis of experiences in quilombola communities across different regions of Brazil. The results show that quilombola ways of life, based on agroecological practices and ancestral knowledge, significantly contribute to food security, environmental protection, and the strengthening of collective health. The discussion highlights that the historical invisibility of these communities in health systems and public policies remains a barrier to ethno-racial equity. Final considerations point to the urgency of intersectoral policies that recognize quilombola territories as strategic spaces for care, resistance, and the preservation of life.

Autor

  • CAROLINE BANDEIRA DE SOUSA

  • ELVIO DA SILVA RODRIGUES

  • FLAVIO ROBERTO LIMA CALDAS

  • IGOR DE SOUSA COUTINHO CAMPOS

  • ISANICE NEVES E SILVA

  • JEVERSON RENATO MORAES BRITO

  • JOSÉ JACIEL FERREIRA DOS SANTOS

  • LUCIANA ANDRÉA DA COSTA SOARES

  • MICHEL DOUGLAS SANTOS RIBEIRO

  • SERNANDES RODRIGUES DA SILVA

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