Objetivo: Constatar o impacto existente, desde a descoberta do diagnóstico ao tratamento oncológico, na saúde mental dos pacientes pediátricos acometidos por câncer, bem como da sua rede de apoio, atestando implicações psicossociais mais comuns aos casos que persistem com danos psicológicos e sociais, sem avaliação. Metodologia: Realizou-se uma pesquisa exploratória qualitativa, a partir da utilização dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e busca de publicações nas seguintes bases de dados: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) e PubMed. Foram selecionados artigos publicados entre 2020 a 2024, com o objetivo de proporcionar maior rigor científico ao estudo, validando fatos que ainda estão presentes na atualidade. Resultados e Discussão: Por meio da análise dos artigos, foi compreendido que, apesar do câncer ser notado como uma comorbidade que afeta o paciente em sua concepção física e psicológica, ainda existem lacunas que não colaboram com o exercício de um trabalho holístico nesse meio, principalmente quando referente à pediatria, pois torna-se necessário proporcionar um cuidado tanto ao paciente, como à sua rede de apoio. Assim, ainda são perseverantes os danos psicossociais que são causados na rede familiar, bem como no meio social da criança enferma. Considerações Finais: Diante disso, medidas que solucionem as implicações psicossociais na saúde mental das crianças em tratamento oncológico e sua rede de apoio, precisam ser fundamentadas a partir das necessidades presentes em cada caso, de maneira individualizada e de acordo com a demanda particular dos mesmos.