Este capítulo analisa o papel das mulheres na educação agroecológica em comunidades agrícolas do semiárido nordestino. O objetivo foi compreender como as experiências formativas contribuem para o empoderamento feminino e a sustentabilidade local. A metodologia adotada foi qualitativa, com entrevistas e observações em projetos de extensão rural. Os resultados indicam que as mulheres atuam como multiplicadoras de saberes agroecológicos, promovendo práticas sustentáveis e fortalecendo redes comunitárias. A discussão evidencia que a educação agroecológica, quando centrada na vivência feminina, potencializa transformações sociais e ambientais. As considerações finais apontam para a necessidade de políticas públicas que reconheçam e ampliem o protagonismo das mulheres na agroecologia.