Este capítulo tem como objetivo analisar como práticas de educação ambiental e agricultura sustentável podem contribuir para a promoção da saúde da mulher em comunidades rurais. A metodologia adotada foi qualitativa, com entrevistas semiestruturadas realizadas com mulheres agricultoras de três municípios do interior do Maranhão. Os resultados indicam que ações educativas voltadas para o manejo sustentável da terra, o uso consciente de recursos naturais e a valorização do papel feminino na produção agroecológica geram impactos positivos na saúde física e mental dessas mulheres. A discussão aponta que a integração entre saberes tradicionais e práticas sustentáveis fortalece a autonomia feminina e melhora as condições de vida no campo. As considerações finais destacam a importância de políticas públicas que incentivem a formação continuada e o protagonismo das mulheres rurais.