Objetivo: Analisar as barreiras que dificultam o acesso à informação e ao atendimento às emergências ginecológicas em áreas rurais, bem como propor estratégias para mitigá-las. Metodologia: Revisão integrativa da literatura realizada em bases de dados científicas, com critérios de inclusão e exclusão predefinidos. A pesquisa foi orientada pela questão norteadora: Quais barreiras dificultam o acesso à informação e ao atendimento para emergências ginecológicas em zonas rurais, e quais as possíveis soluções para superá-las?. Resultados e Discussão: A infraestrutura precária, a escassez de profissionais especializados e as dificuldades de transporte comprometem o atendimento ginecológico, impactando negativamente a saúde das mulheres em áreas remotas. Além disso, fatores socioculturais e a falta de conhecimento sobre saúde reprodutiva agravam essa situação. Estratégias para enfrentar esses desafios incluem capacitação de profissionais da Atenção Primária à Saúde, implementação da telemedicina e fortalecimento de políticas públicas voltadas à equidade no atendimento ginecológico. Considerações Finais: A ampliação do acesso à saúde ginecológica em zonas rurais requer investimentos estruturais e ações intersetoriais que garantam maior efetividade e qualidade no atendimento. Estratégias inovadoras, como a telemedicina e a fixação de profissionais de saúde em áreas remotas, são fundamentais para mitigar as barreiras identificadas, reduzir as desigualdades regionais e promover uma assistência ginecológica mais eficiente e humanizada.